Mataram uns 12 milhões de indígenas, contabiliza Las Casas - RED A “ e ra dos d escobrimentos”, no período da América Colonial, foi muitas vezes envolta por narrativas românticas sobra a exploração da América. O frei dominicano Bartolomé de Las Casas, ou Bartolomeu, na obra O paraíso destruído (2001) revel ou uma tapeçaria de sangue. Ele documenta um “ p araíso t errestre” transformado em “ a bismo” de “ o pressão a bominável”, praticado pelo europeu que chegou com sede insaciável de ouro . A revelação mais perturbadora não é apenas a escala da carnificina, mas a identidade da própria testemunha. Antes de sua conversão, por volta do ano d e 1502 Las Casas participou da mesma “história sangrenta” que mais tarde condenaria. A ntes de tornar-se religioso ele chegou a s Ilha s de Cuba e Hispaniola, como conquistador. Próximo a vila de Caonao ordenou a decapitação de sete mil índios. Sua transformação de perpetrador de massacres em “ p rotetor dos í ndios” começou com u...