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Mostrando postagens de agosto, 2026

SAPERE AUDE: O INIMIGO AGORA É OUTRO

O universo da leitura é marcado por multipossibilidades. Alguns amigos ironizam afirmando que ela é um “esquema de pirâmides”. Na tentativa de compreender melhor a carta encíclica Magnificat Humanitas, de Leão XIV, estava lendo Leonardo Boff (2026) e no texto dele encontrei a expressão rendição cognitiva de Steven D. Shaw. Esava nas palavras de Chaverría (2026). Sim, há certa pirâmide, mas, sem a exploração do capital e com possibilidades de conhecimento. Para o filósofo estadunidense Shaw, a rendição cognitiva decorre do uso das inovações tecnológicas de forma acrítica. Esse fenômeno acontece quando o ser humano cede o direito de decisão para alguma ferramenta virtual, como por exemplo, a inteligência artificial (IA). A decisão racionalizada é uma condição humana, quando não se faz pelo uso da razão acontece a rendição. Considera-se agora o fenômeno da IA. Se há o uso da IA para o processo decisório, houve rendição cognitiva. Se a decisão não acontece racionalmente, perde-se a habilid...